quinta-feira, 24 de março de 2016

Bom fim de semana - 25 Mar






Caros Amigos,

Um vergonhoso estado de guerra: Veja as fotos aqui.

Falando de música (I):   Desvendando M.G.  (V). Ouça aqui  

Falando de música (II):  Os anos 80.  Vaya con Dios

E la nave va:  Quo vadis, ocidente?

Veríssimo: Brincadeira

Ricardo Araújo Pereira:  leia aqui

Nas ondas do éter (I):  Um excelente contador de canções. Hoje o primeiro programa  sobre o quinto Beatle.

Nas ondas do éter (II):  O significado de Assentar arraiais.

Mais que mil palavras:
·       Bullit Republicano.
·       Seguidismo cego
·       Pensando bem...
·       Europa?
·       A barreira
·       Varrendo o lixo para debaixo do tapete
·       Uma questão de argumentos
·       Negócio musculado
·       Titanic na versão brasileira
·       Tempo de oração

Eu opino, tu opinas… :
·       De erro em  erro
·       Mais erros
·       Ventos de mudança
·       Tudo bons corruptos
·       Solução? Mas haverá alguma?



Leituras escolhidas:  Leia  aqui.

Fotos da semana.  Veja-as  aqui

O momento da besta:  Veja  aqui.

A foto da semana: Mergulhando com baleias… Veja  aqui

A anedota da semana: Lamurias de alentejanos velhos


Fala quem sabe:   Ninguém Se Conhece a Si Mesmo 
Julga que se conhece, se não se construir de algum modo? E julga que eu posso conhecê-lo, se não o construir à minha maneira? E julga que me pode conhecer, se não me construir à sua maneira?
Só podemos conhecer aquilo a que conseguimos dar forma. Mas que conhecimento pode ser esse? Não será essa forma a própria coisa? Sim, tanto para mim como para si; mas não da mesma maneira para mim e para si: isso é tão verdade que eu não me reconheço na forma que você me dá, nem você se reconhece na forma que eu lhe dou; e a mesma coisa não é igual para todos e mesmo para cada um de nós pode mudar constantemente. E, contudo, não há outra realidade fora desta, a não ser na forma momentânea que conseguimos dar a nós mesmos, aos outros e às coisas.
A realidade que eu tenho para si está na forma que você me dá; mas é realidade para si, não é para mim. E, para mim mesmo, eu não tenho outra realidade senão na forma que consigo dar a mim próprio.
Como?
Construindo-me, precisamente. 

Luigi Pirandello, in "Um, Ninguém e Cem Mil" 

Bom fim de semana:
Mais um profundo pensamento roubado ao Inspetor Frederico de Menezes:


«'A esperança é última a morrer'. Diz-se. Mas não é verdade. A esperança não morre por si mesma. A esperança é morta. Não é um assassínio espetacular, não sai nos jornais. É um processo lento e silencioso que esmorece os corações, envelhece os olhos dos meninos e nos ensina a perder a crença no futuro.»
Mia Couto


Com votos de um fantástico fim de semana,

Alexandre Coutinho






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