quinta-feira, 28 de janeiro de 2016







Mes chers amis,
(para os menos atentos: basta fazer "ctrl + click"  nas palavras a azul para aceder aos vídeos)

Après une semaine à Paris, je vous apporte quelques souvenirs de chansons qui font partie de moi, de ma jeunesse. (quando coloquei o texto em português, o Google tradutor deu-me isto).

Da música francesa gosto  da velha guarda, dos standards; sabe-me a pouco o que hoje  fazem os gauleses. Fico-me pela Edith PiafSerge Gainsbourg  (nesta música, a lindíssima Jane Birkin faz voar altíssimo a imaginação de muito boa gente. A ouvir uma, duas… as vezes que quiserem. Enfim, je t’aime,… moi non plus), Serge Reggiani, Charles Aznavour, Jacques Brel, Léo Férre, Gilbert Bécaud, Joe Dassin, Michel Sardou, entre outros ilustres.

Depois há os insuportavelmente pop Art Sullivan, France Gall, Herve Villard, Francoise Hardy e por fim a Sheila, que sem um pingo de vergonha copiou um êxito dos Middle of the Road .

A cópia de obra alheia está longe de ser inédita; o pagamento de direitos de autor legaliza tudo.  Pouco prudente, porém, a nossa Sheila reivindicou para si a autoria da música, apesar da canção ter sido lançada em Inglaterra no anto anterior. A disputa da patente foi absolutamente desastrosa para a francesa. Já agora, das duas versões, a minha escolha vai inteirinha para os Middle of the Road. Se quiser saber detalhadamente os critérios objetivos, técnicos e científicos da minha escolha, basta clicar aqui.

Talvez esteja a ser duro para com a pobre Sheila, pois outras respeitáveis vozes caíram na mesma tentação.   My way é um bom exemplo. Talvez o mais sonante, ou não estivesse envolvido ao barulho o grande Frank Sinatra.  Quem a cantou pela primeira vez em inglês foi Paul Anka que por sua vez, talvez inspirado na célebre Sheila, apropriou-se do original ( e dos respetivos direitos, note-se)  de Claude Francois, Comme d'habitude, mudando-lhe a língua e a letra. Como não quero seguir as duvidosas práticas da francesa Sheila, sempre digo que ouvi esta história do meu querido amigo  David Ferreira .

Quanto aos anos mais recentes, apenas duas referencias. Uma vai para a música Celta.  O harpista  Alan Stivell e o guitarrista Dan Ar Braz souberam fundir como ninguém a música celta ao rock, divulgando-a pelos quatro cantos do mundo.

Não ficaria completo este rápido passeio pelos boulevards da música francesa sem referir o João Miguel, oriundo da bonita  Lyon, que em meados da década de 70, se não chegou a revolucionar o panorama musical mundial, deixou a sua marca, ainda bem visível nos dias de hoje. Um autentico balão de oxigéneo, este João Miguel!


Tomo a liberdade de transcrever um e-mail que o Alfredo Esteves me enviou relativamente ao pensamento da semana passada. Chamo a vossa atenção para o excelente vídeo que está no link. É para ver, meditar, rever e meditar uma vez mais.

“Gostei desta tua publicação. Evidentemente, dado que sou um materialista resolvido, nunca publicaria aquela (formalmente bonita) citação. Estando tu a revelar este tipo
de dúvidas, resolvo presentear-te com esta intervenção de Leandro Karnal que de certa maneira vai de encontro às tuas angustias:”

https://www.facebook.com/fatorquantico.br/videos/1106050799418684/

E como o que é prometido é devido, deixo-vos este divertido vídeo da minha mouton preferida. Só para ser visto por quem achar que um bom filme de animação não tem idade.

E o pensamento da semana, logo hoje, tem de vir de França. Penso que o Inspetor Frederico de Menezes  subscreverá este e, quem sabe, talvez o replique para os seus amigos. ( Caro Amigo, o  pensamento que agora deixo não foi escolhido ao acaso;  valente como és, estou certo que encaras o teu futuro próximo com força e confiança).

 “O futuro tem muitos nomes.
Para os fracos é inalcançável.
para os temerosos, desconhecido.
Para os valentes é oportunidade.”
Vitor Hugo.

Excecionalmente não resisto e deixo-vos mais um pensamento. Tal como o anterior, acredito que o Inspetor o subscreve na totalidade. Isto, claro, se ele acreditar em almas…
“Comer é uma necessidade do estômago;
Beber é uma necessidade da alma.”
Vítor Hugo

Votos de um excelente fim de semana. E, como Vítor Hugo escreveu, não se esqueçam que o futuro é uma oportunidade e de vez em quando afoguem as necessidades das vossas almas numa boa pinga alentejana.

Alexandre





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