Mes chers amis,
(para os menos atentos: basta fazer "ctrl + click"
nas palavras a azul para aceder aos vídeos)
Après une
semaine à Paris, je vous apporte quelques souvenirs de chansons qui font partie
de moi, de ma jeunesse. (quando coloquei o texto em português, o Google
tradutor deu-me isto).
Da música francesa gosto da velha guarda, dos standards; sabe-me a
pouco o que hoje fazem os gauleses.
Fico-me pela Edith Piaf, Serge
Gainsbourg (nesta música,
a lindíssima Jane Birkin faz voar altíssimo a imaginação de muito boa gente. A
ouvir uma, duas… as vezes que quiserem. Enfim, je t’aime,… moi non plus), Serge
Reggiani, Charles
Aznavour, Jacques
Brel, Léo Férre, Gilbert
Bécaud, Joe Dassin, Michel
Sardou, entre outros ilustres.
Depois há os insuportavelmente pop Art
Sullivan, France Gall, Herve
Villard, Francoise
Hardy e por fim a Sheila, que sem um pingo de vergonha copiou um êxito dos Middle of
the Road .
A cópia de obra alheia está longe
de ser inédita; o pagamento de direitos de autor legaliza tudo. Pouco prudente, porém, a nossa Sheila reivindicou
para si a autoria da música, apesar da canção ter sido lançada em Inglaterra no
anto anterior. A disputa da patente foi absolutamente desastrosa para a
francesa. Já agora, das duas versões, a minha escolha vai inteirinha para os Middle
of the Road. Se quiser saber detalhadamente os critérios objetivos, técnicos e
científicos da minha escolha, basta clicar aqui.
Talvez esteja a ser duro para com a
pobre Sheila, pois outras respeitáveis vozes caíram na mesma tentação. My way é um bom
exemplo. Talvez o mais sonante, ou não estivesse envolvido ao barulho o grande Frank
Sinatra. Quem a cantou pela primeira vez
em inglês foi Paul Anka que por
sua vez, talvez inspirado na célebre Sheila, apropriou-se do original ( e dos
respetivos direitos, note-se) de Claude
Francois, Comme d'habitude, mudando-lhe
a língua e a letra. Como não quero seguir as duvidosas práticas da francesa
Sheila, sempre digo que ouvi esta história do meu querido amigo David
Ferreira .
Quanto aos anos mais recentes,
apenas duas referencias. Uma vai para a música Celta. O harpista Alan
Stivell e o guitarrista Dan Ar Braz souberam fundir
como ninguém a música celta ao rock, divulgando-a pelos quatro cantos do mundo.
Não ficaria completo este rápido passeio
pelos boulevards da música francesa sem referir o João Miguel, oriundo da
bonita Lyon, que em meados da década de
70, se não chegou a revolucionar o panorama musical mundial, deixou a sua marca,
ainda bem visível nos dias de hoje. Um autentico balão de oxigéneo, este João
Miguel!
Tomo a liberdade de transcrever um
e-mail que o Alfredo Esteves me enviou relativamente ao pensamento da semana
passada. Chamo a vossa atenção para o excelente vídeo que está no link. É para
ver, meditar, rever e meditar uma vez mais.
“Gostei
desta tua publicação. Evidentemente, dado que sou um materialista resolvido,
nunca publicaria aquela (formalmente bonita) citação. Estando tu a revelar este
tipo
de
dúvidas, resolvo presentear-te com esta intervenção de Leandro Karnal que de
certa maneira vai de encontro às tuas angustias:”
https://www.facebook.com/fatorquantico.br/videos/1106050799418684/
https://www.facebook.com/fatorquantico.br/videos/1106050799418684/
E como o que é prometido é devido,
deixo-vos este divertido vídeo da minha mouton preferida.
Só para ser visto por quem achar que um bom filme de animação não tem idade.
E o pensamento da semana, logo
hoje, tem de vir de França. Penso que o Inspetor Frederico de Menezes subscreverá este e, quem sabe, talvez o
replique para os seus amigos. ( Caro
Amigo, o pensamento que agora deixo não
foi escolhido ao acaso; valente como és,
estou certo que encaras o teu futuro próximo com força e confiança).
“O futuro tem muitos nomes.
Para os fracos é inalcançável.
para os temerosos, desconhecido.
Para os valentes é oportunidade.”
Vitor Hugo.
Excecionalmente não resisto e deixo-vos mais um
pensamento. Tal como o anterior, acredito que o Inspetor o subscreve na
totalidade. Isto, claro, se ele acreditar em almas…
“Comer é uma necessidade do estômago;
Beber é uma necessidade da alma.”
Vítor Hugo
Votos de um excelente fim de semana. E, como Vítor
Hugo escreveu, não se esqueçam que o futuro é uma oportunidade e de vez em
quando afoguem as necessidades das vossas almas numa boa pinga alentejana.
Alexandre


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